Ilanna Mendonça e sua coleção de canecas

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Ilanna com suas canecas Crédito: Arquivo Pessoal

Ilanna com suas canecas Crédito: Arquivo Pessoal

Imagine chegar em casa e encontrar na mesa duas canecas do programa do Jô Soares com o bilhete: “Um beijo do gordo”. Isso foi o que aconteceu com Ilanna Mendonça, de 21 anos, uma semana depois de conhecer o apresentador e comentar sobre sua estimada coleção de canecas, em um chá da tarde promovido pelo avô Marcos Vilaça, na Academia Brasileira de Letras, no Rio de Janeiro. Após achar a ideia do acervo interessante, Jô enviou os mimos à residência da jovem.

As canecas do programa do Jô Soares Crédito: Arquivo Pessoal

As canecas do programa do Jô Soares Crédito: Arquivo Pessoal

As canecas de Jô vieram somar as outras tantas que Ilanna conserva em casa. A mania pela coleção começou quando a pernambucana foi estudar na Nova Zelândia. “No fim de semana do meu aniversário, fiz uma viagem à casa de campo da família que me recebeu por lá. No cantinho da cozinha, vi uma caneca toda amassada com o seguinte letreiro “Darling, you have the sexiest shape!”. Fiquei tão louca por ela, que minha host family me deu de presente. Posso dizer que foi lá, na Nova Zelândia, que meu vício começou. Voltei ao Brasil com oito aquisições”, diz.

O canecódramo – como a ela gosta de chamar a coleção- conta, atualmente, com 222 canecas. “Tenho muito ciúme delas. Cada uma tem o seu lugar na estante e quando noto que uma está fora do lugar ou não está posicionada do jeito certo, eu me irrito profundamente”, comenta.

A Honey, uma das prediletas Crédito: Arquivo Pessoal

A caneca Darling, uma das prediletas Crédito: Arquivo Pessoal

Entre tantas opções, escolher a preferida não é tarefa fácil, mas a recifense destaca que a Darling e as do Jô estão no pódio das queridinhas. “Tenho um carinho muito especial por todas elas, pois cada uma conta uma história, momento e viagem diferente. Só no meu aniversário deste ano, ganhei 18 peças de amigos e familiares”, fala.

Devido à grande quantidade de canecas, Ilanna não tem mais espaço para guardá-las onde mora hoje em dia, no Rio de Janeiro. Por isso, seu quarto na capital pernambucana será reformado e também ganhará um canecódramo em breve.

Ilanna com o canecódramo Crédito: Arquivo Pessoal

Ilanna com o canecódramo Crédito: Arquivo Pessoal

Manter o acervo conservado não é tarefa fácil, mas Ilanna conta com a ajuda da funcionária Ana Maria da Silva, que por sinal, é a única pessoa que possui permissão para limpá-las. “Na última limpeza, demoramos cerca de duas horas. É bastante trabalhoso passar pano úmido uma a uma e nas prateleiras, mas acredito que coleção tem que estar exposta em um lugar apropriado, que enalteça a beleza e que dificulte o toque dos curiosos”.

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Author: admin

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