As mudanças em Las Vegas

Crédito: Tim Shields BC/Divulgação

Crédito: Tim Shields BC/Divulgação

LAS VEGAS Estou retornando de uma semana em Las Vegas cada vez mais encantado pela cidade. Tenho ido lá todos os anos e sempre encontro novidades. E que novidades. E não pensem que vou de olho no jogo. Ao contrário, não jogo nada. Não me atraem os 150 mil caça-níqueis, espalhados pelos cassinos e por todas as partes, a começar do aeroporto McCarran. No embarque e no desembarque. Muito menos as 5 mil mesas de roletas e outros jogos.

Mantendo o título de Capital Mundial do Entretenimento, uma maravilha que só a junção de muito dinheiro e altíssima tecnologia poderiam realizar, Las Vegas quer cada vez mais diversificar as atrações para a família. Sim, porque os jogadores deixaram de ir sozinhos, levando agora mulheres, mães, filhos, netos e sogras, que encontram mil opções fora da jogatina.

É uma verdadeira revolução, que começou há cinco anos e é talvez mais difícil de ser feita que a própria construção da cidade, em pleno deserto. É preciso acabar com a mística de que os jogos, a máfia e a prostituição reinam absolutas e isto não tem sido fácil.

Claro que elas continuam. No Las Vegas Convention Bureau, fico sabendo que metade dos gastos dos turistas na cidade é em jogos. E eles não gastam pouco, uma média de US$ 600 por dia (R$ 12,1 mil). Ou seja, seis vezes mais que o gasto dos estrangeiros no Brasil. Mesma pesquisa revela que o gasto médio com o jogo é de 500 dólares (R$ 1.8 mil).

Las Vegas

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Autor:: João Alberto

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