Dia do Brigadeiro: o mais brasileiro dos doces

O doce, que hoje é um cartão postal da cultura brasileira, tomou várias formas e adaptações. Hoje com a onda de doces gourmet, encontramos variações com leite ninho, chocolate amargo, paçoca, e até morango. – Crédito: Reprodução/iStock

Criado em homenagem ao candidato à Presidência da República, Brigadeiro Eduardo Gomes, nos anos 1940, o docinho logo se espalhou pelo país. A história de sucesso do brigadeiro começou no Rio de Janeiro há exatos 73 anos. A Segunda Guerra Mundial tinha acabado, e o Brasil vivia um processo de redemocratização com eleições presidenciais – entre os candidatos, tínhamos o Brigadeiro Eduardo Gomes, da União Democrática Nacional (UDN). 

Os comitês de senhoras da sociedade que apoiavam a campanha do brigadeiro promoviam reuniões requintadas com chás da tarde e doces variados. Dona Heloisa Nabuco de Oliveira, doceira, certa vez apareceu com uma novidade: um docinho preparado com leite condensado e chocolate. Quem lembra é a filha de Heloisa, Ida Nabuco de Oliveira, em entrevista ao G1. 

“Quando aconteceu um dos chás que ela ia que o comitê de senhoras se reuniu, ela levou esse doce e deu o nome de brigadeiro, para homenageá-lo. E daí foi esse sucesso que a gente não entendeu. E foi uma surpresa, porque ela fazia doces muito mais elaborados, mas foi esse que estourou”, relembra Ida. 

 

 

 

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