O visual no home office

A opinião é do psicanalista Daniel Kuperman: “No home office, não é que houve um relaxamento absoluto (em relação à imagem pessoal), mas na tela há um privilégio do rosto. Houve, por exemplo, uma aumento de procura por cirurgias plásticas. Mas houve uma centralidade no rosto. Quando retornamos ao presencial, há uma maior presença do nosso corpo e dos outros. Na home office, as pessoas podiam trabalhar de short ou chinelos, partes que não aparecem usualmente no vídeo”.

Author: João Alberto

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