Participativa e autêntica, Verônica Monteiro é mãe para todas as horas
maio10

Participativa e autêntica, Verônica Monteiro é mãe para todas as horas

Verônica Monteiro esperou e desejou muito ter um filho. A cardiologista, de 39 anos, precisou recorrer à fertilização in vitro para que pudesse engravidar. Um processo demorado e desgastante. “Parece que todo mundo engravida, menos você”, lembra ela. Na quarta tentativa, engravidou de gêmeos. Logo no início da gestação, perdeu um deles e Guilherme, hoje com sete anos, enche seu coração de amor e carinho. Quando se descobriu grávida, Verônica preparou uma surpresa para o marido, o médico Julio Arraes. Ela desenhou em sua barriga duas bolinhas e, quando o encontrou, levantou a blusa para mostrar. “Foi super emocionante. E quando você faz tratamento, toda sua família e amigos se envolvem, era uma torcida imensa. No dia que descobri, todo mundo se reuniu para comemorar”, relembra ela. Durante toda a gestação, Verônica se manteve ativa em suas tarefas e responsabilidades. “Eu trabalhei normal até o dia em que Guilherme nasceu, praticamente. Dei plantão até às 37 semanas de gravidez, de salto alto. Não tive mais nenhum problema. Só vomitei muito!”, confessa. Com o nascimento de Guilherme, Verônica passou a ficar mais tempo em casa. Hoje, não realiza mais plantões noturnos e está sempre na companhia do filho. A rotina dos dois é bastante regrada. “Eu chego em casa e vamos fazer a tarefa da escola, depois seguimos para a academia, jantamos, vamos ler algum livro juntos e rezamos. Quando estou em casa, eu que assumo e faço tudo com ele”. Guilherme acompanha a mãe na academia, onde faz treinamento funcional para crianças. Assim, Verônica consegue passar seu estilo atleta para o filho. Guilherme tem o físico da mãe e a personalidade do pai. “Ele é a minha cara, mas o resto é todo o pai. Bem sensível, meigo, sentimental. Ele é mais dramático”, conta Verônica. “Mas todo mundo que conhece Guilherme fala do seu sorriso. Ele está sempre rindo, é simpático. Nunca fica triste, tudo para ele está bom”, revela. A médica não pretende ter mais filhos. Depois de Guilherme, ainda tentou mais duas vezes. “Ele só me perguntou uma ou duas vezes se teria um irmão e eu disse que não conseguia. Ele entendeu”, completa. Por ser filho único, a relação de Guilherme com a família é muito próxima. O pai é seu “ídolo”, apesar de estar longe por conta do trabalho durante a semana. E ele também é muito ligado à avó materna. “Todo domingo ele tem que assistir as Vídeos Cassetadas com ela. Mesmo que não estejam juntos, ele liga pelo Facetime. É uma regra dele”, conta Verônica. Nos fins de semana, Verônica, Julio e Guilherme curtem a casa de praia em Carneiros, onde se divertem com jogos eletrônicos e de tabuleiro....

Dia das Mães: Cynthia Cabral é mãe em dobro para Cecília e Helena: “O importante é estarmos juntas”
maio09

Dia das Mães: Cynthia Cabral é mãe em dobro para Cecília e Helena: “O importante é estarmos juntas”

A médica Cynthia Cabral sempre quis ser mãe e, há seis anos, esse sonho se concretizou: em dobro. Cecília e Helena chegaram para completar sua vida. “Eu sempre fui louca para ser mãe e ter uma menina. Deus foi muito bom comigo porque me deu logo duas”, diz ela. “O momento mais especial foi quando meu médico falou: ‘Olhe, tem dois coraçõezinhos batendo na sua barriga’”. Hoje, todas as atenções são voltadas para as duas meninas, cada uma com seu espaço e personalidade. A gestação de Cynthia não foi nada fácil. A partir do quarto mês de gravidez, ela começou a ter contrações e, para que tudo pudesse correr bem, seguiu orientações médicas e precisou passar cinco meses em casa, de cama. Neste período, ela cursava a faculdade de Medicina, mas abdicou dos estudos para cuidar da barriga que estava crescendo. “Eu só saía de casa para fazer ultrassom e ir ao médico. Procurava fazer tudo em um dia só”, relembra. Com cinco meses de gravidez, outra preocupação: precisou fazer uma cirurgia devido a complicações de um cálculo renal. “Foi muito difícil, mas eu consegui ficar bem quietinha, pedindo muita paciência. Eu só pensava no bem delas”. Menos de um mês após o nascimento de Cecília e Helena, Cynthia voltou para a faculdade. Só conseguia dormir quatro horas por dia, já que as gêmeas acordavam em horários diferentes durante a noite. “Foi muito difícil, porque a rotina muda e você pensa mais nos filhos do que em você mesma. Antes de pensar e achar ruim qualquer coisa, eu queria o bem estar delas”, confessa a médica. “Não tem aquela história: ‘Quando nasce uma mãe, nasce a culpa’? Bem, era isso. Eu me culpava muito por não ter tempo de ficar com elas e também não conseguia amamentar exclusivamente. E até hoje você fica nessa gangorra: tem hora que a culpa sobe, tem hora que abaixa”, completa. Atualmente, apesar de trabalhar e estudar – Cynthia está fazendo pós-graduação para se tornar dermatologista – o que mais importa para a mãe é o tempo que passa com as filhas. Quando chega em casa, à noite, ela dá banho, janta e lê histórias para as meninas. “Eu converso, pergunto como foi o dia, tento entrar um pouco no mundo delas”, conta. E a relação das três é muito próxima. Estão sempre coladas e nos fins de semana adoram passear no shopping, almoçar e assistir filmes no cinema. As meninas também amam ir para a piscina, fazer piquenique e cozinhar com a avó, que tem uma loja de bolos. “O mais importante é estarmos juntas, mesmo que seja em casa”, afirma a mãe. Apesar de serem gêmeas, a mãe...

PET Social: Batata, o cão vira-lata do chef Armando Pugliesi
maio02

PET Social: Batata, o cão vira-lata do chef Armando Pugliesi

Quem ama os animais não aguenta ver um pet abandonado na rua ou precisando de ajuda. Visitar um abrigo provoca um misto de emoções. Por um lado, cada novo latido e um rabinho balançando despertam o desejo de levar o cachorro para casa. Por outro, a visão de dezenas de animais sem um dono e seus devidos cuidados provoca tristeza. Batata chegou na vida do chef Armando Pugliesi através de grupos de adoção. “Fiz uma entrevista e fui conhecê-lo na veterinária que estava cuidando dele. Ele foi abandonado com 20 dias de nascido e quando conheci foi amor à primeira vista. Ainda desisti de levar ele para casa porque era muito pequeno e fui embora. Mas assim que entrei no carro, voltei na mesma hora com medo de perdê-lo”, conta emocionado. O cão vira-lata, também conhecido pela sigla de SRD (Sem Raça Definida), apareceu em meio a um festival gastronômico, no qual o chef participava. Para atender a demanda de sua clientela, inúmeras batatas eram descascadas por dia: “Eu via tanta batata todo dia que não tive como escolher outro nome para o cachorro”, confessa. Batata não para quieto nem por um minuto. Armando leva o cãozinho de apenas um ano para caminhar duas vezes ao dia e gastar toda a sua energia. E não é que Batata com poucos anos de vida já é viajante?! Ele adora ir para a praia, seu local preferido para correr e se exercitar. “Ele é extremamente carinhoso e bastante ‘reclamão’ também”, revela o dono. “Trela deveria ser o nome dele”, completou. “Teve um dia que deixei uma caneta em cima da mesa, Batata devia ter uns quatro meses de vida. Ele conseguiu pular e puxar a caneta. Quando cheguei em casa, a caneta estava toda destruída, com a tinta espalhada por todo o sofá e Batata pintado de azul do focinho até o rabo. Parecia um Smurf! Fora ter comido todas as quinas das paredes da casa”, completa. Armando conta que seu bichinho dorme na cama com ele e se deixar acompanha até numa ida ao banheiro. “Batata virou o dono da casa, né? Tudo gira em torno dele”, admite o chef. “Basta dizer que não tem coisa melhor que chegarmos do trabalho e ter aquela ‘pessoinha’ te esperando feliz da vida e doido para brincar. O cansaço vai embora na hora. A nossa relação com ele é de pai e filho”, completa o chef, fazendo referência ao seu companheiro Wilson Grimaldi, com quem divide as tarefas e cuidados do cachorrinho. Salvar Salvar Salvar...

PET SOCIAL: Alegria, a cachorrinha vira-lata que conquistou a família de Tatiana Rands
maio01

PET SOCIAL: Alegria, a cachorrinha vira-lata que conquistou a família de Tatiana Rands

Uma noite que seria apenas de diversão com as amigas mudou a vida da advogada Tatiana Rands com um gesto de amor, carinho e proteção. Em junho de 2016, ela estava no Bar Frontal com duas amigas, quando uma cachorrinha começou a chamar sua atenção. “Ela ficava me seguindo para todos os lugares que eu ia, colocava as patas e deitava a cabecinha no meu colo. Fiquei encantada”. Horas depois, Alegria saiu das ruas do Recife e ganhou um novo lar. A advogada resolveu colocar a cachorrinha no carro e a levou para casa em plena madrugada. Tatiana não esperou o dia amanhecer para contar a novidade à mãe, Patricia Rands. “Eu liguei para o meu irmão no caminho para casa para falar que eu tinha resgatado um cão e assim que cheguei, acordei minha mãe. No primeiro momento que viu, ela levou um susto, falou que era loucura, mas no outro dia já estava adorando a ideia”, conta. Carinhosa, dócil e educada, Alegria adora crianças. Não tem tempo ruim para ela. Está sempre brincando, pedindo carinho e cheia de dengo com a dona. “Ela não sobe em cima dos móveis da casa, não late e nem rosna. Também costuma passear três vezes ao dia”. Tatiana leva a cachorrinha para a casa dos pais, todos os dias, antes de ir ao trabalho. “Ela tem guarda compartilhada com a minha mãe. Deixo de manhã na casa dela e só volto para pegá-la à noite. Alegria ama”. A relação de Tatiana com os animais começou cedo. Aos 9 anos, ela ganhou um Poodle de presente dos pais, Patricia e Mauricio Rands, chamado Floquinho, que deixou a família aos 17 anos em 2014. “Foi uma tristeza muito grande quando ele nos deixou. Floquinho teve câncer, que acabou se espalhando pelo corpo e nós tivemos que sacrificar porque ele estava sofrendo demais com as dores. Foi muito traumático e por isso não pensamos em ter mais cachorro em casa”, conta a advogada. Mas, com Alegria foi diferente. “O fato de perder um cachorro não significa que você vai substituí-lo. No dia em que adotei Alegria, assim que eu cheguei em casa, caiu uma chuva muito forte. Fiquei pensando como seria se ela ainda estivesse morando na rua. Estava tão feliz com a decisão que eu tinha tomado em resgatá-la. No mesmo dia que chegou, Alegria já dormiu no meu quarto e não me largava mais”, explicou. Quando foi adotada, Alegria tinha 9 meses e estava com verme e doença do carrapato. Logo depois, com a imunidade baixa, acabou contraindo Cinomose,  doença canina viral que causa alterações neurológicas, febre e até corrimento nos olhos e nariz do cão. Se o dono não...

PET Social: “Não consigo me ver sem a companhia de um cão”, diz o chef Kiko Selva
abr30

PET Social: “Não consigo me ver sem a companhia de um cão”, diz o chef Kiko Selva

Ter animais de estimação é o sonho de muita gente: seja criança, jovem, adulto, idoso… A convivência com um bichinho é capaz de trazer muita alegria e espantar o sentimento de solidão – além da própria relação de amor incondicional entre o Pet e o dono, que pode chegar a impressionar. Desde a infância, o chef Kiko Selva tinha uma grande fascinação por cachorros, especialmente da raça buldogue.  Hoje, Kiko divide boas horas do seu dia com Bocuse, um buldogue francês que, segundo o chef, tem uma personalidade parecida com a dele. “Bocuse parece muito comigo. Observador, calmo na maioria do tempo, e bastante reflexivo”. Por conta da sua genética e estrutura, o pet não pode fazer grandes esforços, pois sofre com problemas na coluna. Bocuse se divide entre o apartamento de Kiko Selva e a casa de seus pais. O motivo é simples: Kiko não gosta de deixar seu animal de estimação sozinho enquanto está trabalhando. “Às vezes, meu pai leva Bocuse à praia e cada um senta em uma cadeira e toma água de coco”, revela o chef “Gostaria de levá-lo para mais lugares. Sinto falta de não poder entrar com Bocuse em um supermercado, lojas e até mesmo restaurantes. Em São Paulo, os lugares pet friendly têm uma maior proporção”, desabafa Kiko. E está certo. No Recife, poucos locais aceitam a presença de cachorro e são bastante limitados às regras.  A relação entre os dois é de muita parceria e amor. “Bocuse é meu calmante diário. Posso chegar do trabalho fedendo depois de horas na cozinha, em plena madrugada, e ele estará lá querendo vir para meu colo e receber carinho. Não consigo me ver sem a companhia de um cão”, conta. Estudos revelam que o cachorro é o animal que melhor entende o homem. Responder prontamente às ordens e, muitas vezes, dar carinho quando o dono aparenta estar triste são habilidades que adquiriram ao longo de anos de convivência. “Somos almas gêmeas”, completa.  Leia mais: PET Social: “É o xodó da casa”, disse Carolina Apolinário sobre a companheira Kate PET Social: Maria Eduarda Pinteiro e o amor pela causa animal PET Social: O membro peludo da nova família de Amanda Basto e Pedro Santos PET Social: “Ela trouxe um amor incondicional para nossa família”, disse Mônica Silveira sobre a cachorrinha Pippa PET Social: O desejo de infância de Elora e Mel Janguiê PET Social: “É dar amor sem esperar nada em troca”, diz Juliana Markan...

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