Desfile coletivo no Ocupação Moda Cultural
A noite de quinta não foi de um único estilista, mas sim de todos os que expuseram suas peças no Ocupação Moda Cultural desde que o espaço foi inaugurado no Paço Alfândega no último dia 04. A apresentação na longa passarela dourada estava marcada para as 19h, mas só começou cerca de uma hora depois do previsto. O atraso já era esperado para quem cruzava as vias que davam acesso ao shopping, quase todas com tráfego intenso graças aos blocos e aquecimentos carnavalescos que já rolavam a todo vapor. No lounge do Moda Cultural, enquanto as modelos não trocavam suas passadas no tapete dourado, os estilistas e o público em geral circulavam pelas araras em busca de moda e arte local.
Luciana Félix, vestindo camisa da Grife do Carnaval assinada por Bete Paes, dava mais uma olhada nas roupas e acessórios, confessando já ter comprado várias peças ao longo do evento. “Adorei isso aqui e o retorno foi ótimo! Os estilistas gostaram muito e foi muito bom pra eles. Eu mesma comprei várias coisas!” disse a presidente da Fundação de Cultura.
E quem roubou mesmo a cena entre os convidados foi Luiza Possi, que caminhava entre as araras e provava adereços se olhando nos espelhos. Quem a acompanhava de perto era Nena Queiroga, que convidou Luiza para cantar em dueto num dos trios do Galo da Madrugada. A loirinha ainda não sabe até quando fica em terras recifenses, mas a presença no maior bloco do mundo já está garantida. “Depois do Galo ainda não sei…” disse Luiza.
Por volta das 20h a atriz Fabiana Pirro entrou na passarela e anunciou o início do desfile. O que se viu foi muito brilho, transparências, estampas e cores fortes. Tudo arrumado em combinações inusitadas que mesclavam os diferentes nomes de estilistas com peças em exposição no Moda Cultural. Um desfile breve – cerca de 10 a 15 minutos – mas eficiente, que terminou a tempo de salvar os não-carnavalescos da folia nas ruas próximas ao Paço Alfândega durante a volta para casa.








