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Fause Haten falou sobre polêmica no Recife

Crédito: Thayse Boldrini/DP/D.A Press

Camisa florida, colete, gravata, jeans e sneakers. A combinação fashion foi a escolha de Fause Haten para subir ao palco do Manhattan, na noite dessa quarta-feira, para apresentar pela primeira vez no Recife o seu lado cantor. Além de ditar moda e discutir tendência, FH lançou um disco, chamado CDFH, e tem rodado o país com a banda Vício para provar seu talento longe dos croquis. “O show fala sobre vícios de amores, uma fase musical que eu estou vivendo agora. Eu tenho prazer de cantar composições minhas e levá-las também para as trilhas sonoras de meus desfiles”, contou Fause.

Crédito: Thayse Boldrini/DP/D.A Press

No gogó, ele ainda deixa um pouco a desejar, mas quando o assunto é moda, ele esbanja conhecimentos. Simpático, FH respondeu todos os questionamentos dos convidados. Contou sobre o início de sua carreira através da referência dos pais que costuravam para sobreviver e até respondeu uma pergunta polêmica sobre o uso de pele de animal (raposa e plumas de ave) em seu último desfile na São Paulo Fashion Week. “Sofri bullying nas redes sociais por ter usado pele de animais em meu desfile. Não sou a favor nem contra o uso de peles. O que importa é que sou a favor da liberdade de expressão de cada um. Todos os restaurantes, por exemplo, vendem carne, por que uma raposa não pode ser morta?”, polemizou o estilista e cantor Fause Haten. O show, intercalado com o bate-papo descontraído, durou duas horas. Confira a desenvoltura de Fause Haten no palco ao som de “Garçom”, de Reginaldo Rossi:

Fause Haten cantando Codinome Beija-Flor:

Author: admin

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