Um concurso sem o menor interesse
Fotos de Nando Chiappetta/DP/D.A Press
O concurso de fantasias voltou a acontecer, mas provou que algo totalmente superado, sem graça, extremamente repetitivo. Sua continuidade ou não será discutida pelos futuros organizadores do Baile, a serem nomeados pela primeira-dama Cristina Melo. Neste ano, houve um abuso de efeitos luminosos. NO mais, as mesas penas, as mesmas pedras, que apenas são recicladas de um ano para outro
A comissão julgadora, que tinha direito a computadores com o nome dos candidatos e detalhes das fantasias, tinha Renata Campos, Cristina Melo, Eveline Calheiros, Carlos Augusto Lira, Rhaísa Batista, Xuruca Pacheco, Lia Sophia, Pragana, Gustavo Silvestre, Dorinha Silva, Robson Chagas, Cleodon Coelho, Célia Labanca, Nenén Brennand e José Barbosa.
Inicialmente tivemos a categoria originalidade, com criações que de original não tinham nada, absolutamente nada. Rayana Rodrigues Fortunado ficou em primeiro, com a fantasia Vamos festejar, vamos brincar o boi, uma verdadeira parafernália de objetos. Nicole de Campos foi a segunda e Marco Antônio da Silva o terceiro.
Na categoria luxo, não tivemos fantasias, mas verdadeiro carros alegóricos, tanto que alguns não conseguiram ser remontados para o desfile das vencedoras e tiveram que vir a passarela apenas parcialmente. A vitória foi de João Bosco Mendonça de Souza, com a criação Merlim. Sandro Farias, vencedor do Bal Masqué, ficou em segundo e Humberto Ferreira Marques em terceiro.
Uma prova do desinteresse que o concurso desperta é que o Chevrolet Hall estava praticamente vazio, pouca gente chegou mais cedo para acompanhar a escolha. Ainda bem que já tinham terminado com os concursos de rainha e príncipe, igualmente superados. A verdade é que concurso de fantasia no Municipal não tem mais o menor sentido. Aliás, o Baile da Cidade do Rio também decidiu acabar com esses concursos.








