Falamansa mantém raízes nordestinas
As raízes nordestinas não saem do grupo Falamansa, tanto que um dos integrantes, Valdir, do acordeon, é pernambucano, nascido em Arcoverde, e o vocalista, Tato, confessou que se pudesse escolher um lugar do mundo para morar seria o Recife. Eles chegaram hoje na cidade, almoçaram no Guaiamum Gigante (Boa Viagem) e seguiram para cumprir agenda de entrevistas nos principais veículos de comunicação. O grupo esteve com a equipe do Blog João Alberto, na sede dos Diários Associados, e contou um pouco sobre o show que será realizado amanhã no Baile Perfumado.

Tato, vocalista do Falamansa, almoçou junto ao grupo no restaurante Guaiamum Gigante – Crédito: Bruno Moura/Innovo
“Será no mínimo uma hora e meia de apresentação com repertório baseado no CD As Sanfonas do Rei, em homenagem a Luiz Gonzaga, e nos clássicos que consagraram a banda”, disse o vocalista Tato. Ele, inclusive, é fã declarado da cultura pernambucana e fez questão de citar a admiração aos compositores da terra. “Gosto muito do trabalho de Alceu Valença, Lula Queiroga, Nando Cordel, entre tantos outros”.
O grupo Falamansa rompe um hiato de três anos sem tocar no Recife, mas há cerca de um mês, tanto o vocalista, Tato, quanto o percussionista, Dezinho, passaram uma temporada de férias na Praia dos Carneiros. Sobre os futuros projetos, o grupo confessou que deve lançar no meio do ano um vinil baseado na homenagem a Luiz Gonzaga, e claro, já começam a articular uma comemoração para os 15 anos da banda.

