Brad Pitt fala pela primeira vez sobre sua separação de Angelina Jolie
Pela primeira vez, depois de oito meses separado de Angelina Jolie, Brad Pitt resolveu falar diretamente sobre o assunto. A declaração do ator, que foi inocentado das acusações de abuso infantil (de que ele teria gritado e agredido fisicamente o filho mais velho Maddox), foi publicada na edição da revista GQ Style, da qual é capa.

Crédito: Reprodução / Tlife
O astro de Hollywood contou que está morando na casa que dividia até então com sua família e que se sente sozinho, a não ser pela companhia de seu amado buldogue, Jacques. Pitt disse que vem fazendo terapia e reconheceu que a bebida se tornou um problema. Confira o depoimento na íntegra:
“Eu estava realmente à parte e preso a um sistema quando o “Child Services” [departamento do Governo responsável por casos de abuso infantil] foi chamado. E você sabe, depois disso, nós [ele e Jolie] fomos capazes de trabalhar juntos para resolver isso. Nós dois estamos fazendo o nosso melhor. Ouvi um advogado dizer: “Ninguém ganha no tribunal – é apenas uma questão de quem se machuca mais”. E parece ser verdade, você gasta um ano apenas focado em construir um caso para provar o seu ponto e por que você está certo e por que eles estão errados, e é apenas um investimento em ódio vitriólico. Eu simplesmente me recuso. E, felizmente, minha parceira concorda com isso, é muito, muito chocante para as crianças, de repente ter sua família destruída completamente. Então tudo tem que ser feito com muito cuidado e delicadeza. Nosso foco é que todos saiam pessoas mais fortes e melhores – não há outro resultado. Eu vejo isso acontecer com os amigos – vejo quando um cônjuge compete com o outro e quer destruí-lo, e apenas desperdiça anos com esse ódio. Não quero viver assim. Sabe aquele clichê: “Se você ama alguém, liberte-o”? Agora eu sei o que significa, ao senti-lo, significa amar sem propriedade, significa não esperar nada em troca. As crianças são tão delicadas… Elas absorvem tudo, precisam ter a mão segurada e as coisas explicadas, precisam ser ouvidas, quando eu entro nesse modo intenso de trabalho (na gravação de filmes), não estou ouvindo-as, quero ser melhor nisso… Eu fui criado com aquela mentalidade de que o pai tem que ser o todo-poderoso, o super-forte em vez de realmente conhecer suas próprias dúvidas e lutas. O divórcio me mostrou que eu preciso ser mais, que eu tenho que ser mais pra eles. E eu não estava sendo bom nisso.”
