Cangaço, renda, camisaria desconstruída e vestidos assimétricos no segundo dia de desfiles no DFB Festival
A repórter viajou a convite do DFB Festival
As referências nordestinas tomaram conta do segundo dia de desfiles no DFB Festival com inspirações no cangaço, Maria Bonita e na tradicional Missa do Vaqueiro. O que se viu na passarela eram looks extremamente trabalhados em detalhes handmade, com referências ao crochê e ao tradicional bordado cearense Rechelieu.
TRAMAS E SONHOS POR LÚCIO ÁUREO
O primeiro desfile, protagonizado por Lúcio Áureo, ganhou caráter especial. Com base no tema Tramas e Sonhos, ele convidou 30 mulheres para protagonizar uma apresentação cheia de significados: enquanto 15 mulheres confeccionavam as roupas, suas filhas realizavam o sonho de se tornar modelo na passarela do maior evento de moda autoral da América Latina. Na fila A, a segunda-dama do estado, Onélia Leite, acompanhava de perto o trabalho do estilista e das rendeiras em peças que exploravam uma combinação de cordas, linho, renda e couro, remetendo ao conceito do sertão e cangaço, em tons terrosos.

Crédito obrigatório: Roberta Braga, Cláudio Pedroso e Pedro Brago

Crédito: Roberta Braga, Cláudio Pedroso e Pedro Brago
ANDRÉ SAMPAIO
O estilista levou o romantismo para a passarela do DFB Festival, destacando o volume nas peças com presença de muitos babados, franjas e transparência. A cartela de cores variava dos tons neutros, como bege, off-white e lavanda, ao tradicional preto e vermelho. O truque de styling para a composição dos looks ficou por conta da meia-calça branca e cabelos trançados
IURY COSTA
O estilista protagonizou um dos desfiles mais disputados do dia, provando que tem tudo para ser um dos queridinhos dessa edição. Na passarela, um mix de looks urbanos com pegada mais casual chamou atenção, ora por sua modelagem fluida, ora pelos shapes largos, com amarrações e totalmente desconstruídos. A cartela de cores foi do clássico ao neutro, atendendendo a todos os estilos de mulheres, desde a mais despojada à clássica. A cintura marca prova que é o must have da estação, assim como o retorno da camisaria, e os bodys bem trabalhados.

Crédito: Roberta Braga, Cláudio Pedroso e Pedro Brago

Crédito: Roberta Braga, Cláudio Pedroso e Pedro Brago

Crédito: Roberta Braga, Cláudio Pedroso e Pedro Brago

Crédito: Roberta Braga, Cláudio Pedroso e Pedro Brago

Crédito: Roberta Braga, Cláudio Pedroso e Pedro Brago

Crédito: Roberta Braga, Cláudio Pedroso e Pedro Brago

Crédito: Roberta Braga, Cláudio Pedroso e Pedro Braga

Crédito: Roberta Braga, Cláudio Pedroso e Pedro Brago

Crédito: Roberta Braga, Cláudio Pedroso e Pedro Brago
RENDÁ
Fazendo jus ao nomes, a coleção da estilista Camila Arraees mostrou diferentes tipos de renda em vestidos com uma cartela de cores que explorava o branco, roxo, verde, preto e vermelho. As peças ganharam detalhes em franjas, plumas e plissados, além de decotes avantajados.

Crédito: Roberta Braga, Cláudio Pedroso e Pedro Brago

Crédito: Roberta Braga, Cláudio Pedroso e Pedro Brago

Crédito: Roberta Braga, Cláudio Pedroso e Pedro Brago
KALIL NEPOMUCENO
Brilho. Assim pode resumir a coleção que o estilista fechou o segundo dia de desfiles no DFB Festival, com paetê, bordados, cristais e o must have da coleção: os jeans com babados e bordados. As saias volumosas também ganharam destaque e parece que elas vieram para ficar nesta temporada de moda autoral cearense. A cartela de cores explorou o dourado, marinho, cobre, cinza e o preto. Kallil também explorou o plissado, franjas, veludo em paetê e crochê.

Crédito: Roberta Braga, Cláudio Pedroso e Pedro Brago

Crédito: Roberta Braga, Cláudio Pedroso e Pedro Brago

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