Ellen Cardoso publica texto sobre agressão de Naldo Benny: “O nosso futuro a Deus pertence”

Ellen Cardoso e Naldo Benny – Crédito: Reprodução/Instagram
Após denunciar o marido Naldo Benny por agressão, Ellen Cardoso afirmou nesse sábado pensa em dar uma nova chance ao funkeiro. Em texto no Facebook, a modelo reclama da falta de empatia das pessoas. “É fácil julgar o problema do outro, difícil é quando ele acontece dentro da sua casa e só você conhece a real história”, escreveu.
“O sucesso, o dinheiro, o poder, os traumas fazem coisas que vocês nem imaginam, eles adoecem a alma, eles transformam pessoas, eles tiram vidas! Mas eu sempre acreditei na cura, sempre acreditei na capacidade que o amor tem de mudar as coisas. E foi por amor, por acreditar nesse amor que eu resolvi acabar com essa enfermidade”, disse. “Eu queria de volta o Ronaldo! O Ronaldo que eu conheci! Sem dinheiro,sem sucesso,sem carros importados,sem roupas de grifes caras, sem Rolex e cordões de ouro…”.
Ela ainda revelou que Naldo sempre teve crises de ciúmes e que abriu mão de sua vida pessoal: “Nosso relacionamento sempre foi cheio de muito amor mas com muitos altos e baixos por causa de crises ciúme. Eu fiz tudo que podia para mudar isso…abri não dá minha vida profissional, dos meus amigos, dos meus sonhos e de tudo que pudesse causar qualquer tipo de atrito, mas ainda assim, mesmo se esforçando muito havia momentos que o descontrole era maior que ele. Ele sempre foi muito carinhoso,daqueles que diz que ama todos os dias,que sou linda que observa o cabelo a unha o perfume,e que em seu estado normal o marido que você pediria a Deus!”.
Por fim, ela pede para que as pessoas não a julguem. “O nosso futuro a Deus pertence e todas as coisas conspiram para o bem dos que amam a Deus…então deixo em suas mãos e creio que ele nos dará direcionamento, seja ele para seguirmos nossas vidas ou para reconstruir nossa família, eu só desejo que sejamos felizes e que tudo que seja feito seja para o nosso bem. Respeitem o nosso momento está sendo muito difícil para todos nós,não julguem sem nos conhecer […]”.
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