Arquitetura afetiva é a aposta de Ana Cristina Cunha

Ana Cristina Cunha assina a Sala de Leitura apostando em Arquitetura afetiva na Casa Cor – Crédito: Arquivo pessoal
A memória afetiva é a inspiração da arquiteta Ana Cristina Cunha para a Sala de leitura que assina na Casa Cor Pernambuco. O espaço, no casarão da década de 1930, foi o local onde nasceu João Santos, avô do arquiteto Zezinho Santos. Ana Cristina preservou a arquitetura original do ambiente, colocando itens antigos à decoração e mobiliário moderno com elementos para homenagear a antiga moradora do casarão, Rosália Santos, queresidiu por mais de 40 anos no local e foi sua cliente.

Livros raríssimos de Rosália Santos estão nas estantes do ambiente – Crédito: Arquivo pessoal
“O projeto leva o visitante a refletir sobre conexão entre o passado e o presente valorizando as memórias afetivas”, explica Ana Cristina. Alguns livros raríssimos de Rosália também estão nas estantes. Esta é a quarta vez que a arquiteta participa da mostra em Pernambuco. Em 2017, ela assinou a cozinha. No ano anterior, a suíte do casal e em 2012, o living room.
