Alfredo Bertini abre as comemorações de 70 anos da Fundaj

Crédito: Malu Didier/Divulgação
O presidente da Fundação Joaquim Nabuco, Alfredo Bertini, abriu hoje (15) as comemorações dos 70 anos da Fundaj e 40 anos do MUHNE. A programação teve início em solenidade no Conselho Diretor e seguiu para o desenlaçar da fita que abriu as portas da exposição Assucar, na sala Mauro que celebra os 80 anos da obra homônima de Gilberto Freyre.
A cerimônia de abertura reuniu discursos de personalidades próximas a Fundaj que celebraram o legado do autor. “Todas as homenagens a Freyre hoje e sempre, porque a partir dele passamos a compreender e valorizar nossa cultura. Temos o dever de nunca deixar morrer essa chama que foi acesa,” disse a escritora da Academia Pernambucana de Letras, Maria Lectícia Cavalcanti.

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A filha do sociólogo, Sônia Freyre, agradeceu em nome de toda família a homenagem ao livro Assucar: “Foi por causa dele que começamos a dar valor aos nossos quitutes.”O neto do escritor e secretário de Cultura do Estado, Gilberto Freyre Neto, afirmou que no caminho, o patrono da casa e seu avô está protegendo, patrocinando e induzindo todos a um comportamento de avanço.
A exposição Assucar está em cartaz na sala Mauro Mota, que está decorada com folhas e canas de açúcar, o que traz à vida o universo do livro de Freyre e reune peças do acervo do Museu do Homem do Nordeste que remetiam à culinária nordestina tradicional.
