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Fundaj promove exposição sobre mineração e rompimento de barragens

Fundaj promove exposição sobre mineração e rompimento de barragens

Balsas ilegais na área Yanomami. Peça da série ‘Consequências do contato’ por Claudia Andujar. – Arquivo tratado pelo Instituto Moreira Salles, 2018.

A Fundação Joaquim lança, neste domingo (24), a exposição Minas, que propõe um olhar sobre as atividades de mineração no estado de Minas Gerais. A mostra que é aberta ao público fica em cartaz até o dia 19 de maio na Galeria Vicente do Rego Monteiro. O horário de visitação é das 15h às 20h de terça a domingo. Minas conta com obras de artistas que já possuem experiência em lidar e refletir sobre sobre a questão em pauta, como Claudia Andujar, Harun Farocki, João Castilho, Johan Moritzl, Rugendas, José Rufino, Júlia Pontés, Mabe Bethônico, Pedro David e William Kentridge.

Segundo o curador Moacir dos Anjos, a exposição é uma tentativa de, a partir do rompimento das barragens mineiras, chamar atenção para a prática da mineração como um modelo que exaure o mundo de suas condições vida. “A exposição não fala exatamente dos desastres mas, a partir deles, comenta as implicações humanas e socioambientais da prática no Brasil e em outras partes do mundo, como BolÍvia e África do Sul.” Explica. A mostra reúne uma variedade de elementos, incluindo gravuras, fotografias, objetos, documentos, animações, vídeo documentais, fotos ampliadas na forma de lambe-lambe.

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