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Após ataques racistas, Cacau Protásio recebe apoio de famosos

Cacau Protásio – Créditos: Reprodução/Instagram

Após a atriz Cacau Protásio ser vítima de racismo durante gravações do filme Juntos e Enrolados em um quartel de bombeiros no Rio de Janeiro, famosos passaram a usar suas redes sociais para defender a humorista. Nomes como Paulo Gustavo, Marcos Pasquim, Emanuelle Araújo e Marcelo Médici compartilharam fotos ao lado da artista e escreveram o quanto a admiram.

Confira: 

Créditos: Reprodução/Twitter

 

 

 
 
 
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Há 5 anos tenho a sorte de ser o par da @cacauprotasiooficial . Teresinha e Reginel vivem uma paixão ardente e platônica no Méier mas na vida real o amor foi possível, à primeira vista. Respeito, colaboração, alegria e verdade. Amor de amigo, sabe? A maior riqueza de uma vida. Cacau é uma mulher honesta, responsável, inteligente, empreendedora, comprometida com trabalhos sociais, fashion, linda, engraçada, sensível, talentosa, uma deusa, uma louca, uma feiticeira…. ela é um Sol! Em cena eu sou espectador dela. Me recolho todinho e trabalho pra ela brilhar. Não que ela precise disso, brilha de qualquer jeito. Mas me faz bem ser reverente ao espaço que ela conquistou na marra e no talento. Preciso nem dizer, né? Quem assiste me vê babando e quicando de rir. Eu poderia gastar mil linhas aqui falando sobre a covardia dos racistas, misóginos, gordofóbicos e homofóbicos mas tenho fé que esse episódio vai ter consequências. Racismo é crime na constituição brasileira e o Corpo de Bombeiros é uma instituição que sempre colocou humanidade em primeiro lugar, não combina. Estou lendo tantos comentários de apoio e isso dá a dimensão do quanto essa mulher é amada! Nunca duvide, meu amor! É como diz a música de Ednardo “Eles são muitos mas não podem voar” ♥

Uma publicação compartilhada por Luis Lobianco (@luislobianco) em

 

 
 
 
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Hoje eu cheguei ao meu trabalho com um negócio me incomodado que eu não conseguia identificar e só depois fui descobrir o que era. No início da tarde vi a Cacau Protásio falando sobre essa doença ideológica bem sucedida no mundo, mas que no Brasil tem sua versão mais perversa: O RACISMO. Aqui se o tal vem acompanhado de gordofobia, misoginia, homofobia é uma dose triplamente qualificada da vontade de matar que está no DNA do brasileiro mau elemento. Ele se alastra como um vírus incurável que baixa a imunidade da gente por horas, dias, meses…às vezes a vida toda. E não adianta dizer para eles que isso é crime. Não adianta. Crime hoje é mais banal que banana. ⠀ Cacau, estou muito com você. Você é maravilhosa na vida das pessoas e o seu coração é maior que esse estado de maldades que nos ocorre a toda hora.

Uma publicação compartilhada por Érico Brás (@ericobras) em

Author: Lívia Rosa

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