O mercado e a volta do auxílio emergencial

O mercado financeiro já absorveu a ideia de que o governo tratará de voltar com o auxílio emergencial. Os analistas do mercado acreditam que o auxílio será concedido de forma mais restrita (3 parcelas de R$ 200) e por poucos meses. Pouca importância se atribuiu à lista de 35 prioridades enviadas pelo Planalto aos presidentes da Câmara e do Senado – até porque, dizem os mais irônicos, quem tem 35 prioridades não tem nenhuma.
