Um setor sem crise

Jair Bolsonaro pode contar com um setor de segurança privada em 2022. Apoiador do presidente, o setor tem contrariado todos os prognósticos de declínio e driblando circunstâncias que pareciam devastadoras – isolamento social, encolhimento do comércio presencial, redução do número de agências bancárias, entre outras. A maior parte das empresas não públicas balançou, mas as recém-divulgadas amostragens financeiras da Protege, um dos grandes grupos de segurança privada do país, dão mostra de recuperação do setor.

Os números da Protege surpreendem a própria empresa que, no primeiro trimestre do ano passado, estimava uma queda de 40% no faturamento de 2020. E foi em 2020 que o lucro chegou a R$ 191 milhões, um crescimento de 124% na comparação com o ano anterior. Já a receita saltou de R$ 890 milhões para R$ 1,3 bilhão.

Author: João Alberto

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