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A queda das Lojas Americanas

Quinto maior império varejista do Brasil em 2022, a Americanas passou por um derretimento de suas ações na bolsa de valores ontem após tornar público um comunicado em que diz que foram identificadas “inconsistências em lançamentos contábeis” da ordem de quase R$ 20 bilhões.

O rombo detectado fez com que o presidente e o diretor financeiro da companhia, empossados no início de janeiro, decidissem deixar a empresa. Além disso, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) ainda abriu dois processos administrativos para analisar essas inconsistências. Os procedimentos são iniciais e, a depender das primeiras conclusões, podem ou não ter um processo sancionador como resultado.

O negócio ganhou força principalmente a partir da década de 80, quando a 3G Capital Partners Com a missão de reverter o prejuízo da rede, o trio fez uma revisão do plano de investimentos e reestruturou a operação da Lojas Americanas, conseguindo torná-la lucrativa pouco tempo depois.

De olho nas tendências do varejo, o próximo passo seria adaptar o negócio para o mundo online. Assim, a companhia “entrou na internet” e foi criada a Americanas.com — primeiro de maneira experimental em 1999 e, depois, com o lançamento nacional do site no início dos anos 2000.

Apesar dos problemas, a Americanas continua oferecendo ofertas nas redes sociais. Será que alguém tem coragem de fazer alguma compra nele?

Author: João Alberto

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