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Milton Bivar no lançamento do livro “Meu irmão”

Crédito: Nando Chiappetta/DP/D.A Press

O livro é uma reunião de histórias sobre Normando Bivar, o China – Crédito: Nando Chiappetta/DP/D.A Press

Sob o tec tec da máquina de escrever. Foi assim que Milton Bivar, ex-presidente do Sport Clube do Recife, escreveu o livro “Meu irmão”, o qual dedica a seu irmão Normando Bivar, o famoso China, ex-jogador do clube, falecido há oito anos. Muito espirituoso, China sempre foi assunto das rodas de conversa, o que criou, em Milton, uma vontade de colocar tudo aquilo no papel, ainda mais intensificada pelo incentivo dos amigos e familiares.

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Milton fala sobre o livro ao Blog – Crédito: Nando Chiappetta/DP/D.A Press

E foi o que ele fez. Depois de pensar muito a respeito, Milton pegou uma de suas máquinas de escrever e foi passar um tempo na casa de praia. Entre uma dose e outra, as histórias foram relembradas e o livro produzido. “Se você ler o livro com calma, vai encontrar mensagens. Não é um livro só para rir, só de piadas”, enfatiza o autor. Hoje, no lançamento oficial do livro, na Arcádia Boa Viagem, Milton falou ao Blog João Alberto sobre o processo de produção e lembrou com saudosismo do irmão China.

“Acredito muito em energia boa, e meu irmão era mestre nisso. Não tem ninguém que eu encontre que seja parecido”, falou. Dividido em sete partes, o livro não é, segundo Milton, uma biografia sobre China, mas uma reunião de histórias espirituosas e tiradas do irmão. Um cara chamado China, Cenas de infância, Mora na filosofia, O colecionar de amigos, Futebol no coração, Apostando na vida, Tiradas e Imagens são as divisões de “Meu irmão”.

Crédito: Nando Chiappetta/DP/D.A Press

Amigos e familiares foram prestigiar o lançamento do livro – Crédito: Nando Chiappetta/DP/D.A Press

A festa de lançamento reuniu amigos e familiares, que foram os maiores incentivadores do projeto e, portanto, responsáveis por ele ter ido além das rodas de conversa. Segundo a esposa do autor, Paula Bivar, Milton ter resolvido escrever o livro foi uma ótima surpresa para todos, “A coisa tomou um pé que ninguém imaginava”, lembra.

Pelo fato da história da família Bivar estar muito atrelada à história do Sport, o clube, inevitavelmente, acaba por aparecer muitas vezes na narrativa. O foco do livro, no entanto, não é esse, e sim o próprio China, com seu bom humor e boa energia, segundo o próprio Milton.

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Milton recebe um abraço do amigo, o desembargador Itabira de Brito – Crédito: Nando Chiappetta/DP/D.A Press

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Milton ao lado da esposa, Paula, e dos filhos, Paulo e Romero Bivar – Crédito: Nando Chiappetta/DP/D.A Press

 

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