Caetano encanta o Baile e evita camarim
Ficou o gostinho de quero mais. Caetano Veloso deixou o Recife, na madrugada de hoje, imediatamente após sair do palco de um Baile Perfumado em êxtase, ao fim do show impecável Abraçaço. Sem passar no camarim e sem atender ninguém. Nada de tietagem. Pegou a ex-mulher e empresária, Paula Lavigne (que viu o show da coxia), e zarpou para o aeroporto. Beijo e tchau! Pontualíssimo, já que tuitou, horas antes, que o show começaria meia-noite, Caetano abriu a apresentação com “A Bossa Nova é Foda”. Depois emendou com “Lindeza”, “Quando o galo cantou” e o hit “Um Abraçaço”. Nessa hora, ele repete a performance da capa do CD e do videoclipe, em que os músicos simulam um abraço. Na última vez que esteve no Recife, para encerrar o carnaval, ele deu uma “palhinha”do novo show cantando “Um Abraçaco”.
A anfitriã da noite, Dani Hoover (foto abaixo), circulava pela plateia e camarote, cheio de gente conhecida. Por lá, os secretários de estado Tadeu Alencar, com Vanessa, e Evaldo Costa, com Nádia Alencar, além de muitos colunáveis e políticos: Carla Bensoussan e Antônio Lavareda, Antônio Campos com a mãe, Ana Arraes, Nena Arraes, Lula Arraes, Raul Jungmann, Taciana e Mendonça Filho, Luciana e Flávio Lócio, Isabela e Augusto Coutinho…
Caetano cantou quase todas as músicas do disco novo, que vai do funk e da batida de “Parabéns” (“tudo mega bom giga bom tera bom”) ao ritmo bem lento de “Estou Triste” – esta que ele compete com a irmã, Maria Bethânia ao prêmio de Melhor Canção no Prêmio da Música Brasileira, em junho. Mas foi cantando “Homem” que Caetano deixou aflorar seu lado super performático, ao deitar-se no chão.

A produção de Caetano Veloso reproduziu esta foto do pernambucano Enio Lacerda no Instagram do cantor – Foto: Reprodução
Elétrico, mexeu-se o tempo inteiro. Também desabotoou a camisa, percorreu o palco tocando na mão dos fãs. Mas foi de pouca conversa. Seguiu à risca o set list previamente divulgado: A Bossa Nova É foda; Lindeza; Quando o galo cantou; Um Abraçaço; Parabéns; Homem; Um comunista; Triste Bahia; Odeio; Escapulário; Funk Melódico; Alguém cantando; Quero ser justo; Eclipse Oculto; Mãe; O império da Lei; Reconvexo; Você não entende nada; e o BIS: Vinco; A luz de Tieta e Outro. Os clássicos, claro, entoados em coro, como em “Reconvexo”, que o público foi ao delírio.
Confira quem curtiu:















