"Minhas filhas são os amores da minha vida"
Aos 39 anos, Bruno Rêgo é uma das figuras mais conhecidas da sociedade. Ele é um dos nomes por trás de algumas das principais festas e de festivais da cidade. Quem nunca ouviu falar do Olinda Beer, Tamandaré Fest e O Maior Show do Mundo? Pois, há 17 anos, ele é empresário do ramo de entretenimento e comanda a área com maestria através da sua BG Promoções.
Casado com Manoela Furtado, além de simpático e tricolor, Rêgo é pai de duas filhas: Marina, de 17 anos (fruto da sua primeira união), Maria Eduarda, de 4 anos e já está à espera da terceira, Luiza, que deve nascer em setembro, fruto do casamento com Manoela, mais conhecida como Manuca. Do mesmo jeito que ele a considera uma supermãe, Rêgo faz a linha paizão e, hoje, ele compartilha com nossos leitores a experiência de ser pai, abrindo a série de posts especiais que o blog dedicou a eles.
Como foi a descoberta de que seria pai pela primeira vez?
Fui pai com 21 anos. No começo, a primeira sensação foi de insegurança. Depois que minha filha nasceu, a vontade foi de trabalhar muito e de realizar tudo por ela. Primeiro veio Marina e 15 anos depois, já preparado para ser pai novamente, veio a notícia de Dudinha. Agora, dois anos depois, já estou ansioso pela chegada de Luiza. Sem dúvidas, são os amores da minha vida.
O que é ser pai para você?
Ser pai é dar amor, cuidar, saber dizer não, embora eu nunca digo (risos), educar para o mundo. Ser o melhor amigo delas.
Qual o momento mais marcante da sua história com as suas filhas?
Quando Marina embarcou para o Canadá para um intercâmbio de oito meses no ano passado, afinal, você sempre acha que seu filho nunca cresce e acaba sendo pego de surpresa. Minha filha já estava indo morar fora sem mim. Quanto à Dudinha, tem uma imagem dela que não sai da minha cabeça: quando nasceu fazendo bico. Todo dia antes de dormir ela faz o mesmo bico e vem me dar um beijo. É inesquecível.
Qual o melhor presente que já recebeu das suas filhas?
De Marina, uma caixa cheia de fotos nossas antigas e uma carta enorme. E de Dudinha… Ah, todo dia ela me dá um presente. Não tem um dia que ela não venha correndo me dar um beijo.
Tem alguma música que lembra a relação de vocês?
De Dudinha, Super Fantástico, da turma do Balão Mágico. Desde pequena, ela pede para subir na minha corcunda e ficamos pulando pela sala cantando. E Marina, quando estava no Canadá, me ligou pedindo para que toda vez que escutasse 93 Million Miles, de Jason Mraz, lembrasse dela.
Qual a característica das suas filhas que mais parece com você?
De Dudinha, a simpatia; e de Marina, a independência.
Qual a programação que mais gosta de fazer com as filhas e o que farão no Dia dos Pais?
“Costumo sair para jantar com Marina. Com Dudinha, vamos muito à Praça de Casa Forte”
Em tempo, Marina, a primogênita, fez questão de deixar um depoimento sobre o pai:
“Comemorar este dia, entre outras datas com ele, é fácil. Afinal, ele não apenas se encaixa perfeitamente na definição do que é ser pai, assim como também, do que é ser um melhor amigo, companheiro, conselheiro, irmão mais velho. O dia é dele, porém quem ganhou o presente fui eu. Apesar de ser completamente clichê, não me canso de falar que eu tenho o melhor pai do mundo”.




