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Henrique e Juliano, O Rappa e Banda Eva animam primeira noite do Parador

Henrique e Juliano, O Rappa e Banda Eva animam primeira noite do Parador

selo carnaval 2017

Por Larissa Lins

Crédito:  Luiz Fabiano/Comunnik

Crédito: Luiz Fabiano/Comunnik

Com telão de grandes proporções, o camarote Parador Itaipava, instalado nos Armazéns ao lado do Marco Zero, no Bairro do Recife, reuniu uma multidão que ocupava as vias públicas no entorno da festa. Os shows d’O Rappa, da dupla Henrique e Juliano e da Banda Eva geraram aglomeração para além dos cercados do espaço, onde o funcionamento open bar e serviços VIP – quiosques gastronômicos, maquiadoras e massagistas – entretinham a plateia pagante. A maratona de shows começou por volta das 20h, após o aquecimento conduzido por discotecagem, quando O Rappa subiu ao palco e saudou os recifenses com faixas marcantes dos mais de 20 anos de carreira musical.

Crédito:  Luiz Fabiano/Comunnik

Crédito: Luiz Fabiano/Comunnik

Em pouco mais de uma hora de performance, os cariocas entoaram sucessos como Valeu a pena, Auto-reverse e Me deixa. Liderados pelo vocalista Marcelo Falcão, os músicos ainda homenagearam a cultura popular pernambucana com Como dois animais, canção de Alceu Valença lançada nos anos 1980, no álbum Cavalo de Pau. “No carnaval do Recife se faz barulho!”, incentivava Falcão, agitando os fãs. Foi ele quem chamou o rapper cearense RAPadura para entrar em cena, na segunda metade do show, a fim de celebrar o trabalho mais recente do grupo, o álbum Acústico Oficina Francisco Brennand, gravado na oficina de cerâmica do pernambucano Francisco Brennand, no Recife, e lançado no ano passado. Composições novas, inéditas até o lançamento deste projeto, como Uma vida só, também entraram no repertório d’O Rappa. O show foi encerrado com Anjos (Para quem tem fé), cantada em uníssono no Parador.

Crédito:  Luiz Fabiano/Comunnik

Crédito: Luiz Fabiano/Comunnik

O destaque da noite, contudo, coube à dupla sertaneja Henrique e Juliano, que subiu ao palco por volta das 22h, engatando duas horas de apresentação e adentrando a madrugada da segunda-feira de carnaval com participações especiais como Paula Fernandes e Marília Mendonça. Henrique e Juliano lembraram a gravação de seu DVD na capital pernambucana, em 2015, para embasar as declarações de carinho pela cidade. “Fizemos shows em Salvador e no Piauí nesses últimos dias, mas o Recife é o Recife… no carnaval do ano que vem, vamos dizer para desmarcarem em outras capitais e marcarem mais shows aqui!”, disseram os cantores, ovacionados pelo público.

Henrique e Juliano e Paula Fernandes - Crédito:  Luiz Fabiano/Comunnik

Henrique e Juliano e Paula Fernandes – Crédito: Luiz Fabiano/Comunnik

Henrique e Juliano e Paula Fernandes - Crédito:  Luiz Fabiano/Comunnik

Henrique e Juliano e Paula Fernandes – Crédito: Luiz Fabiano/Comunnik

De toda a noite, a performance de Henrique e Juliano – sucedidos pela Banda Eva, por volta da 1h, última das atrações principais escaladas para a noite do domingo no Parador, com hits como Arerê, Circulou e Eva – foi a que por mais tempo concentrou maior volume de pessoas diante do palco. “O show deles já é bom, mas o show deles de carnaval, então… Bombou, mozão!”, brincou Marília Mendonça ao entrar em cena, vestida informalmente, para cantar Flor e o beija-flor com os amigos. Os dois lançaram mão de hits como Até você voltar, 50 reais, Solteiro de novo e Infiel, todos populares no segmento sertanejo. De outros gêneros musicais, puxaram Gostava tanto de você, de Tim Maia, e Amei te ver, de Tiago Iorc.

Henrique e Juliano e Marília Mendonça - Crédito:  Luiz Fabiano/Comunnik

Henrique e Juliano e Marília Mendonça – Crédito: Luiz Fabiano/Comunnik

Entre o gargalo do palco, em espaço reservado a convidados, e os bastidores do palco principal, artistas como Paula Fernandes e Marília Mendonça acompanhavam a performance de Henrique e Juliano. Bruno Rego, Manuca Furtado, Márcio Bonfim e Eduardo Amarante também estavam entre os presentes. A customização de abadás era variada, rendendo produções casuais, sofisticadas, alternativas. Aplicações com efeito de pérolas, transparências, arranjos de penas e correntes eram alguns dos adereços escolhidos para os looks. Cabelos presos em rabo de cavalo ou adornos de cabeça complementavam a maquiagem da mulherada, cuja cartela de cores girava entre variações do azul dos abadás deste domingo. Flatforms, plataformas e espadrilles roubavam a cena dos saltos, combinadas a shortinhos ou saias assimétricas.

Banda Eva - Crédito:  Luiz Fabiano/Comunnik

Banda Eva – Crédito: Luiz Fabiano/Comunnik

Na volta para casa, após a mistura de ritmos de diferentes gêneros musicais e regiões do país, havia policiamento nas vias e pouca aglomeração. O Marco Zero, onde a grade de shows era dedicada ao samba, o volume de público não era suficiente para congestionar as principais ruas do Bairro do Recife, onde a oferta de táxis e transporte público era razoável durante toda a madrugada.

Falcão e Cecília Ramos - Crédito:  Luiz Fabiano/Comunnik

Falcão e Cecília Ramos – Crédito: Luiz Fabiano/Comunnik

Isabele Leite - Crédito:  Luiz Fabiano/Comunnik

Isabele Leite – Crédito: Luiz Fabiano/Comunnik

Manuca Furtado e Bruno Rego - Crédito:  Luiz Fabiano/Comunnik

Manuca Furtado e Bruno Rego – Crédito: Luiz Fabiano/Comunnik

Manuca Furtado - Crédito:  Luiz Fabiano/Comunnik

Manuca Furtado – Crédito: Luiz Fabiano/Comunnik

Vanessa Pontual - Crédito:  Luiz Fabiano/Comunnik

Vanessa Pontual – Crédito: Luiz Fabiano/Comunnik

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