Cacá Diegues e a homenagem do Cine PE
Cacá Diegues e Ney Latorraca falaram a mesma coisa sobre a homenagem dedicada pelo Cine PE (leia aqui). “É bom ser homenageado enquanto estiver vivo.” A carreira do diretor alagoano começou dois anos mais cedo que a do ator. No ano em que comemora 50 anos de trajetória, Diegues é destaque no festival de cinema pernambucano, em exposições sobre o seu trabalho e até no Festival de Cannes, onde presidirá o júri da Câmera de Ouro. “Para mim, não poderia ser melhor. Poderei ver as tendências do cinema jovem”, comentou sobre a participação no evento francês.

Ao lado da esposa, Renata, Cacá Diegues sorri com as brincadeiras do ator Ney Latorraca - Foto: Fernanda Guerra/DP/D.A Press
Antes mesmo de receber a homenagem no domingo, o diretor de filmes como Bye Bye Brasil e Deus é brasileiro circulou pelo Centro de Convenções na noite de sexta-feira. A relação com Pernambuco é estreita. Na ocasião, lembrou da última vez que veio ao Recife, no ano passado, para gravar o documentário sobre o projeto Travessia. Por aqui, fica até segunda-feira e vai aproveitar para rever o amigo Silvio Meira. Ainda no domingo, será exibido o longa-metragem Xica da Silva (1976) na Mostra Especial Cacá Diegues, às 17h, no Teatro Guararapes.
Sobre os projetos atuais, Cacá falou sobre a pré-produção do filme O Grande Circo Místico. “É um velho projeto que atrasei por causa do Cinco Vezes Favela. Pretendo começar as filmagens no próximo ano”, revelou. Por enquanto, entre os atores já confirmados, está Lázaro Ramos. No player abaixo, o cineasta comenta sobre a homenagem do festival de audiovisual.

