Mário Melo é tema de mesa-redonda na Academia Pernambucana de Letras

Mário Melo – Créditos: Divulgação
A Academia Pernambucana de Letras promove na próxima segunda-feira (21) a mesa-redonda Reflexões sobre a vida e a obra de Mário Melo, tendo como debatedores o professor, Dr. George Cabral e os doutorandos em História, Amanda Alves Cavalcanti e Wagner Carlos da Silva (PPGH-UFPE). A sessão será conjunta com o Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano. Mário Carneiro do Rego Mello nasceu no dia 5 de fevereiro de 1884, na casa-grande do engenho Barbalho, no bairro da Iputinga, no Recife, filho do juiz federal Manuel do Rego Mello e Maria da Conceição Carneiro da Cunha do Rego Mello, apelidada familiarmente de Ciçone. Começou o seu trabalho na imprensa, com o jornal O Álbum, do qual era proprietário, tornando-se depois um dos mais atuantes jornalistas brasileiros. Colaborau nos jornais Folha do Povo, O País, Gazeta da Tarde (Rio de Janeiro), Estado de S. Paulo, Correio do Recife, Jornal Pequeno, Pernambuco, Diario de Pernambuco e Jornal do Commercio (Recife).
Além de jornalista foi também historiador, geógrafo, filatelista, numismata e músico. Foi um exímio violonista e grande pianista. Compôs várias músicas, entre as quais, o dobrado Tiro 333. Participou de várias instituições histórico-geográfico-
Mário também publicou mais de 50 livros, podendo se destacar: A Maçonaria no Brasil(1909); A Maçonaria e a Revolução de 1817(1912); Arquipélago de Fernando de Noronha(1916); Pau d´Alho: monografia histórico-geográfica(1918); A imprensa pernambucana em 1918(1918); Rios de Pernambuco(1919); Ruas do Recife (1920); Oliveira Lima íntimo(1920); História da Loja Maçônica Seis de Março de 1817(1921); Corografia de Pernambuco(1921); Esboço da literatura pernambucana(1922); Os Carnijós das Águas-Belas(1929); Toponímia pernambucana(1931);Dentro da história(1931);Frei Caneca (1933); Aspectos da história(1935);Elementos da história do Brasil(1936); Aspectos de etnografia brasílica(1938); Como vi Portugal(1938); A Guerra dos Mascates(1941); Síntese cronológica de Pernambuco(1943); Onomástica pernambucana(1944);Relances da história(1956).
