Primeira novela inédita, após chegada da Covid-19, estreia hoje

Nos Tempos do Imperador estreia hoje na Globo, substituindo a reprise de A Vida da Gente. Originalmente estrearia em 30 de março de 2020, substituindo Éramos Seis, porém foi adiada devido à pandemia de COVID-19. Será a 95ª “novela das seis” transmitida pela emissora. Escrita por Thereza Falcão e Alessandro Marson, com colaboração de Júlio Fischer, Duba Elia, Lalo Homrich, Mônica Sanches e Wendell Bendelack, tem direção de Alexandre Macedo, Caio Campos, Guto Arruda Botelho, Joana Antonaccio e Pablo Müller. A direção geral é de João Paulo Jabur, com direção artística de Vinícius Coimbra. Conta com as atuações de Selton Mello, Letícia Sabatella, Mariana Ximenes, Gabriela Medvedovski, Michel Gomes, Alexandre Nero, Julia Freitas e Daphne Bozaski.
>>> A História da novela
O ano é 1856, e Dom Pedro II (Selton Mello), o líder que persegue esses ideais. Garantir a integração da nação e ampliar os horizontes do povo, investindo na educação, seriam as chaves para o futuro, na sua visão.
Dom Pedro II (Selton Mello) precisou assumir cedo a responsabilidade com a política. Com apenas cinco anos, dois dias após a volta de seu pai, Dom Pedro I, para Portugal, com o intuito de disputar a coroa portuguesa, tornou-se Imperador do Brasil, sob regência. A mãe, Leopoldina, morreu quando Pedro tinha um ano, e sua educação foi conduzida por preceptores. Teve sólida formação, muito focada em alta cultura, ciência e tecnologia.
A administração do Brasil ficou a cargo de regentes, até que, aos 14 anos, com a Lei da Maioridade, foi declarado apto a assumir a coroa. Muito jovem e sem os pais presentes, precisou amadurecer rápido e aprendeu que, antes de pensar em si mesmo, deveria colocar o país à frente de seus sonhos.
Na Corte, Dom Pedro II, ficou conhecido como o Imperador viajante, pois buscou percorrer o extenso território brasileiro, de forma a manter a unificação do Brasil. Assim como o pai, Dom Pedro II casou-se por procuração. A união com Teresa Cristina (Leticia Sabatella) foi fruto de um acordo político com a Casa Dinástica Europeia de Bourbon, visando garantir a sucessão ao trono.
No entanto, aprendeu com ela os valores do casamento, da amizade e da família. Juntos, são pais de Leopoldina (Melissa Nóbrega/ Bruna Griphao) e Isabel (Any Maia/ Giulia Gayoso), lutam por um país mais justo, igualitário, com oportunidades na educação e nas artes para toda a população, mas enfrentam um caminho cheio de obstáculos.
Em uma de suas viagens com a Imperatriz pelo Brasil, recebe a visita de Solano López (Roberto Birindelli), comandante das tropas do Paraguai, que invade o Brasil sem anunciar, e pede a mão da princesa Isabel em casamento. O objetivo é selar um acordo entre Paraguai e Brasil contra a Argentina e o Uruguai. O encontro assusta o Imperador, que logo decide voltar ao Rio de Janeiro para pedir o apoio do Congresso na formação de um exército, já que sentiu a ameaça nas palavras de Solano ao negar seu pedido, e teme um possível ataque ao Brasil.
Além disso, precisa preparar as filhas para assumirem suas responsabilidades como membros da família real. Para ajudar na formação delas, convida Luísa (Mariana Ximenes), a Condessa de Barral, para ser a preceptora das meninas. Ele precisava de uma pessoa capaz de passar todas as noções de etiqueta, educação, assim como um conhecimento vasto do mundo às crianças.
