As posições de Paulo Skaf

O recuo de Paulo Skaf, ainda presidente da Fiesp, na divulgação de manifesto do empresariado, devido a acordo com Arthur Lira, presidente da Câmara, significou grande arranhão na imagem no chefe da entidade. A própria Febraban avisou que não tinha nada contra e a Caixa e o Banco do Brasil não saíram da federação. Skaf já foi mais chegado a Bolsonaro. Agora, menos e o recuo teria sido adotado para ficar bem com o presidente. “Não sei se Skaf é um aliado. Eu considero ele alguém que quer fazer política. A Fiesp não tem credibilidade” – diz o deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança.
Skaf já concorreu ao governo de São Paulo três vezes: em 2010, concorreu pelo
PSB; em 2014, pelo MDB, ficando em segundo lugar no pleito em que Geraldo
Alckmin foi eleito no primeiro turno; e em 2018, também pelo MDB, e ficou em
terceiro. Agora, pode querer sair para o Senado, ainda pelo MDB, fazendo parte
de uma aliança com Alckmin para governador (PSD) e Márcio França (PSB) de vice.
