Rock gaúcho com Gessinger e Leindecker

Pouca Vogal // Foto: Luíza Tiné/DP/D.A Press
Já se passava um pouco mais da meia-noite quando Humberto Gessinger e Duca Leindecker, líderes dos grupos Engenheiros do Hawaii e Cidadão Quem, respectivamente, subiram ao palco do Clube Internacional na madrugada de hoje com o projeto Pouca Vogal. Depois da Curva, uma das composições feitas pelos gaúchos especialmente para a nova carreira, foi a música escolhida para iniciar a apresentação que teve uma hora de duração. Esta foi a terceira vez que o duo esteve no Recife fazendo a festa para um público seleto, porém fiel. Logo após o encerramento, os artistas foram direto para o Mar Hotel, onde estão hospedados, para descansar e seguir para Natal, no Rio Grande do Norte, onde fazem show na noite de hoje.

Duca Leindecker // Foto: Luíza Tiné/DP/D.A Press
O clube não ficou lotado, porém, ainda assim, o espaço foi dividido em pista e área vip. Em um determinado momento do show, a equipe de segurança que ficava nas grades, se descuidou e o público invadiu o cercadinho, danificando a divisória entre os dois espaços. Tudo isso para ver os dois ídolos mais de perto. Na plateia, gente de cidades vizinhas como Garanhuns e Caruaru e até mesmo de Salvador, vieram especialmente para a ocasião.

Pouca Vogal // Foto: Luíza Tiné/DP/D.A Press
“Nesta noite nós vamos tocar músicas das nossas bandas preferidas, que coincidentemente são Engenheiros do Hawaii e Cidadão Quem” disparou Humberto. E a promessa foi cumprida. O repertório foi composto por alguns hits compostos para o projeto, mas grandes sucessos como Refrão de Bolero, Piano Bar, Pose, 3×4 e um pot-pourri das músicas Toda Forma de Poder, Banco, Dom Quixote dos Engenheiros com I Can’t Get No Satisfaction dos Rolling Stones e Ao Fim De Tudo, O Amanhã Colorido, Girassóis e Pinhal, do Cidadão, foram a maioria, para a alegria de todos, apesar dos dois interagirem quase nada com o público.

Pouca Vogal // Foto: Luíza Tiné/DP/D.A Press
A noite ainda contou com o show de abertura feito pela banda recifense Nove Luas. Seguindo o mesmo estilo do rock nacional feito por Gessinger e Leindecker, o grupo apresentou músicas de autoria própria como Incontestavelmente e O Teatro da Saudade, escritas pelo líder Samuca Luna e covers de grandes bandas como Legião Urbana, Catedral e Titãs.

Nove Luas // Foto: Luíza Tiné/DP/D.A Press

José Carlos Salomão levou o disco de vinil Longe Demais das Capitais, de 1986 // Foto: Luíza Tiné/DP/D.A Press

Ana Nery Cadete e Sandro Figueira são do fã-clube // Foto: Luíza Tiné/DP/D.A Press

Cézar Andrade e Daniela Lins com camisas do álbum Simples de Coração, de 1995 // Foto: Luíza Tiné/DP/D.A Press

Ciro Gomes com uma camiseta do Gessinger, Licks e Maltz, de 1992 e Henrique Santos, com Alívio Imediato, de 2001 // Foto: Luíza Tiné/DP/D.A Press

Jefferson C. Leite veio de Garanhuns com a bandeira personalizada // Foto: Luíza Tiné/DP/D.A Press
