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Paixão de Cristo de Nova Jerusalém retoma, após dois anos, carregada de emoção

Créditos: Mariana Queiroz

Na noite da última sexta-feira (8), a Paixão de Cristo de Nova Jerusalém teve sua pré-estréia da temporada de 2022. Exclusivo para convidados especiais, imprensa e autoridades, o espetáculo voltou a emocionar o público após um hiato de dois anos devido à pandemia da Covid-19.  

Neste ano, o público foi presenteado com Gabriel Braga Nunes no papel principal, o ator trabalhou na última edição da Paixão, em 2019, onde deu vida a Pôncio Pilatos. O elenco principal seguiu o planejamento de 2020, com Luciano Szafir interpretando Herodes, Sérgio Marone como Pilatos, Christine Fernandes como Maria e Thaynara OG como Herodíades. A novidade foi a atriz, e neta de Plínio e Diva Pacheco, Marina Pacheco vivendo Maria Madalena.

183,4 quilômetros e cerca de três horas de viagem separam o Recife de Fazenda Nova. Um caminho percorrido com ansiedade, expectativa e dúvidas. Afinal, após um longo período de isolamento social, poder caminhar junto com o público por três horas e nove palcos, vivenciando a maior e mais intensa história já contada é um sentimento que renovação que toca e emociona as pessoas presentes. Cada pedaço do espetáculo traz uma lição do que vivemos e precisamos hoje, mesmo sendo a história mais antiga do mundo, se contradiz por ser tão factual.

Para aguentar a jornada, os atores passam por uma intensa preparação e concentração, não apenas pelo esforço físico exigido, mas pela carga emocional que cada personagem tem em si e transmite ao público. Cerca de oito mil pessoas são esperadas em cada dia de espetáculo.

“Saio da via sacra com meu peito dolorido por conta da emoção, fica difícil explicar. A sequência é felicidade, alegria, um mix de emoções. A esperança, a fé e a certeza de que Jesus ressuscitaria é incrível no personagem e na história de Maria, cada frase dita é uma pancada no peito. Vocês também sentiram isso? Essa pancada?” disse a atriz Christine Fernandes, emocionada.

As três longas horas e os mais de cem quilômetros de viagem não são perceptíveis na volta, por que estamos carregados de sentimentos e emoções. Independente de religião ou crença, a Paixão de Cristo conta de forma perfeita, a maior e mais necessária história de amor do mundo. O amor ao próximo.

Author: Mariana Queiroz

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