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Nova York antes de Sandy

Voltei, como faço periodicamente, a Nova York, minha cidade predileta do mundo. Infelizmente, estou vendo imagens terríveis da cidade, depois da passagem da supertempestade Sandy. Felizmente, consegui sair na véspera e tive tempo durante 10 dias de curtir os muitos e muitos encantos da Capital do Mundo. Que estava, como sempre, superlotada de turistas do mundo inteiro, incluindo muitos e muitos brasileiros. O português é uma língua muito ouvida na cidade. No Novotel Times Square, onde fiquei hospedado, encontrei alguns pernambucanos.

Está linda mas a marca da crise mundial está muito presente. Um sintoma é o fechamento de lojas famosas, como a Circuit City, de eletrônicos e a Virgin Megastore, maior loja de discos do mundo, no Times Square. A as de duas redes de lojas outlets muito famosas e procuradas pelos brasileiros, a Syms e a Bultons.

Escolher um restaurante na cidade não é uma tarefa fácil. São 22 mil, com culinárias do mundo inteiro, de iemenita a moçambicana, da tibetana a brasileira. São pelo menos 20 casas com comida brasileira, as duas mais famosas, a Ipanema e Via Brasil na Rua 46, entre a Sexta e a Quinta Avenida, que se chama Little Brazil, mas que exceção dos dois restaurantes não tem mais lojas de brasileiros, como antigamente.Um dos muitos destaques é o Baltazar Steak, uma casa bonita, com ótima carne. Sua cozinha é pilotada por antigos chefs do legendário Peter Luger, no Brooklyn, que continua servindo a melhor carne do mundo.

Quem quiser provar a melhor paella da cidade, a dica é o Sevilla, na Charles Street, 62
O Rockefeller Center, com seu rinque de patinação no gelo, mantém a tradição de ser o grande point da temporada de final de ano. Em certos horários, é difícil andar, tal o número de pessoas.

A invasão dos brasileiros parece ter aumentado. O português é ouvido por toda parte, especialmente nas lojas de descontos, como a Century 21. Pelas ruas, todo mundo com muitas sacolas nas mãos.

Todos os táxis têm agora um monitor de TV, que exibe programas de grandes redes, ajudando os passageiros a enfrentar os constantes engarrafamentos. Aliás, conseguir um táxi nas horas de rush em Nova York é uma verdadeira aventura. Só se pode conseguir um pegando quando algum passageiro desembarca. E olhe que a cidade é cheia dos seus famosos táxis amarelos. Que agora não são mais de uma mesma marca, como antes. Existem de vários modelos.

Author: admin

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