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Anotações de Nova York

A Prefeitura de Nova York foi feliz na decisão de destinar uma das faixas da Broadway Avenue para os pedestres, com a colocação de mesas e cadeiras, sempre cheias, mesmo em dias de muito frio.

Já o Times Square ganhou novo visual, com o moderníssimo estande da TKTS, que vende ingressos para os teatros com 50% de abatimento para quem tem coragem (e tempo) para passar horas numa fila que parece não terminar nunca. Em cima, arquibancada permanente, que garante visão completa da área e está sempre cheia.

Nov idade no Times Square são dois estandes para a venda de comida, algo meio sofisticado, indo do famoso hot dog da cidade e iguarias com lagosta. Estão sempre cheios.

Proliferam de forma impressionante, cadeirinhas puxadas por pessoas, a pé ou com sistema de pedais, para passeios por várias partes da cidade. Com direito a cobertas para fugir da chuva. O preço mínimo, para dois quarteirões, é US$ 5. Impressiona o esforço físico de quem conduz aqueles veículos.

O nome continua Little Brazil, mas a rua 46, que era conhecida como a dos brasileiros tem apenas três restaurantes que servem comida do nosso País, como o Via Brasil e o Ipanema e mais nada. É nela que acontece o Brazilian Day, há dois anos com a participação de Pernambuco.

Os preços dos hotéis em Nova York dispararam. Diárias que eram normalmente de US$ 200 dobraram e muitas foram até para US$ 800, verdadeira loucura. E todos os hotéis estão lotados. E agora com a tragédia da Sandy, eles aumentaram ainda mais os preços. Gente que ficou presa na cidade, com o cancelamento dos voos teve pagar muito mais.

Cresceu de uma forma impressionante o número de camelôs nas principais avenidas da cidade, aproveitando o aumento do fluxo de turistas. Continuam com o mesmo cardápio: cópias de bolsas, relógios e óculos de grifes famosas e nos primeiros pingos de chuva surgem com vários tipos de guarda-chuva.

O que diminuiu mesmo foi o movimento em Chinatown. Parece que o público desapareceu e preferiu ir comprar as imitações em outros locais. Sim, porque não creio que o mercado tenha desaparecido.

Mesmo para não comprar, é imperdível uma visita à BH, maior loja de artigos eletrônicos da cidade, inclusive para observar seu moderníssimo sistema de venda. Em dias de grande movimento, chega a receber 12 mil clientes. São tantos os brasileiros, que em todo setor existem vendedores falando português. Em termos de eletrônicos, pode-se encontrar de tudo lá.

Author: admin

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