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Jingle Jack: várias baladas em única noite

Depois de se firmar no roteiro de festas da capital pernambucana com três baladas anteriores – duas edições do Jack Daniel’s Rock Festival e um Aniversário do Mr Jack – os agitos promovidos pelo whisky aqui na cidade conquistaram um público cativo. Para quem compareceu a todos os eventos, é até possível reconhecer as presenças fidelizadas. A maior parte composta por roqueiros e amantes do gênero, que se divertem ao som do rock, regados a generosas doses da bebida. Ontem, o cenário – que mudou a cada uma das quatro festas – foi o Forte do Brum, disputado das 22h do sábado até a manhã deste domingo.

O Forte do Brum foi o cenário da balada – Crédito: Guilherme Paiva/Make Assessoria/Divulgação

Pela proximidade do Natal, a festa foi batizada de Jingle Jack. Apesar do tema específico, houve o cuidado para não desvirtuar a tradição da balada: tudo preto e branco na decoração, além de selos do whisky para complementar o clima rock’n’roll. No sistema open bar, os convidados puderam se servir de refrigerante, água, vodka e, é claro, muito Jack Daniel’s. O balcão mais disputado era o dos drinks à base do destilado, como Maracujack (com maracujá), Jack & Citrus e Jack & Cola. As guarnições eram generosas e renderam até a madrugada. Quem pedia as bebidas, levava ainda um copo temático que fez sucesso entre os baladeiros.

Crédito: Guilherme Paiva/Make Assessoria/Divulgação

A inovação desta vez foi a disposição de vários ambientes simultâneos dentro do Forte do Brum. A sensação era a de que várias festas aconteciam ao mesmo tempo, e que se podia migrar de uma para a outra conforme a vontade do momento. No primeiro hall foram montados dois palcos lado a lado, onde duas bandas se alternavam – assim que uma delas terminava uma música, a banda ao lado iniciava imediatamente uma outra – em duelo de rock. Ao longo da noite, se apresentaram Rodrigo Morcego x Nando Bluz, Papaninfa x Bora Johnny e AMP x Alcoholics.

Um dos palcos do duelo de bandas – Crédito: Guilherme Paiva/Make Assessoria/Divulgação

Subindo uma das rampas laterais desse primeiro hall, chegava-se ao andar superior do Forte, onde havia o espaço batizado de Dacing Floor. Neste local, se apresentaram a banda The Raulis, o DJ Dragossauro e Bê Formiga, com direito a intervenções artísticas do King Kongo e Quarto Pedaço. Perto dali, havia também o Espaço Gourmet, onde se instalaram os quiosques da Go! Temakeria e do Dog On The Road, além do Coffee Bar – servido, obviamente, com espuma à base de Jack Daniel’s.

Mariana Figueiredo, Rui Monteiro e Camila Lemos – Crédito: Guilherme Paiva/Make Assessoria/Divulgação

Por volta das seis da manhã do domingo, ainda era evidente a disposição de boa parte dos baladeiros e roqueiros que compareceram ao evento. Em frente aos palcos dos duelos, muitos relutavam em ir embora. Na saída, o fluxo de táxis era grande e não deixou a desejar. Sem dúvidas, esta foi a mais bem elaborada edição dos agitos promovidos pelo Jack Daniel’s em parceria com os produtores Pedro Toscano, Filipe Barroso e Oreste Haig. Quem comprou ingresso para uma única festa, acabou ganhando passaporte para várias versões da Jingle Jack: em cada subdivisão do ambiente, uma nova balada. Todas regadas a whisky e embaladas pelo clima de rock’n’roll.

Pedro Toscano, Filipe Barroso e Oreste Haig – Crédito: Guilherme Paiva/Make Assessoria/Divulgação

Camila Neves e Rafaella D.Oliveira – Crédito: Guilherme Paiva/Make Assessoria/Divulgação

Author: admin

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