Abelardo, o nosso menino do Recife
Andávamos desconfiadas pela Rua do Sossego numa tarde perdida dos últimos 10 anos. Eu e minhas duas amigas, Renata Maia e Renata Castro, tínhamos a missão de tocar na casa de número 307 e convencer o artista plástico Abelardo da Hora a nos receber e aceitar o convite de ser biografado, em vídeo, no nosso projeto de conclusão de curso de jornalismo. De pronto, o senhor de camisa amarela de linho, de mangas compridas, boné e bermuda...
