Arena Pernambuco teve falhas no primeiro jogo da Copa do Mundo

selo de olho na copa

Arena Pernambuco Crédito: Paulo Paiva/DP/DA Press

Arena Pernambuco Crédito: Paulo Paiva/DP/DA Press

 

Um público de 40 mil pessoas lotou a Arena Pernambuco na noite de ontem para assistir à vitória da Costa do Marfim diante do Japão, mesmo com o time japonês tendo maior torcida, com os 10 mil japoneses que vieram para partida, mais os pernambucanos, que desde a Copa das Confederações se identificou com os nipônicos.

Faltou organização na arena. Para começar pouca gente falando inglês, deixando os visitantes desorientados. As filas para entrar eram enormes, provocando muitas reclamações. Falhas também no interior da Arena Pernambuco. Os bares demoraram a abrir, logo a comida se acabou. Havia água para vender, mas não havia troco. Algo injustificável. E as tapioqueiras tão badaladas? Ninguém viu.

Foto Fifa/Divulgação

Foto Fifa/Divulgação

 

As filas quilômetricas em volta da arena tinham a falta de informação como agravante. Os seguranças não sabiam dizer onde era o começo ou fim da linha. Pior: aos estrangeiros, não sabiam como dizer. Restava aos brasileiros, solidarios, tradizurem e tentar explicar o que também não sabiam. As vaias, língua universal, não precisaram de tradução para se entender: algo não caminhava bem.
Muitos dos dectores de metais na entrada quebraram e não faltaram sabidos para furar a fila. Os portadores de deficiência não sabiam nem por onde deveriam entrar. Os banheiros estavam longe de oferecer Padrão FIFA.

Já o sistema de transporte funcionou bem, tanto o metrô quanto os ônibus que levavam os torcedores para os locais de estacionamento e para a Estação Cosme e Damião. Não houve tumulto, todo mundo pode ter tranqüilidade, tanto na ida quanto na volta do estádio.

 

Bares fechados

Bares fechados

Author: João Alberto

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