Magrão e Marylu: amor de infância
As cores vermelha e preta acompanham a vida de Marylu Santos nos últimos sete anos. Não podia ser diferente. Ela veste a camisa em todos os momentos vivenciados pelo marido, Alessandro Beti Rosa, mais conhecido como Magrão, o goleiro do Sport. Desde criança, a dona de casa segue os passos do ídolo rubro-negro. Até parecia destino. A história dos dois começou ainda na infância, quando eram vizinhos de porta em Carapicuíba, São Paulo.
São poucas as lembranças de ambos em que um está ausente da vida do outro. A paquera pueril perdurou na juventude e prevalece nos dias de hoje. O relacionamento surgiu há 18 anos. “Convidei ela para jantar numa pizzaria e ficamos juntos até hoje. Continuaremos até a morte”, disse Magrão, com a mesma segurança que defende o clube em campo. A chegada dos três filhos – Gabriela (17), Lucas (12) e Rafael (10) – acrescentou ainda mais amor na relação. Em 2004, eles abençoaram o sentimento que já existia com a oficialização matrimonial.
Nas mudanças de endereço, com a passagem por clubes como Portuguesa de Desportos, Fortaleza, Ceará, Botafogo de Ribeirão Preto e Rio Branco de Americana, Marylu esteve sempre ao lado, mas não mais como vizinha. Ela é a maior torcedora e fã do jogador. Torcer para o marido não é tarefa difícil. Afinal, fica em meio a um coro de milhares de vozes que gritam a favor do paredão rubro-negro.
Dia de jogo? Se ele duela com a pressão dos adversários em campeonatos, Marylu sente um nervosismo tão intenso quanto. “Ela sempre vai a jogo na Ilha do Retiro e sente mais pressão do que eu em campo, já que assiste ao lado dos torcedores”, reflete o goleiro, um dos maiores ídolos da história do Sport.
Magrão não precisa fazer grandes coisas para impressioná-la. Agarrar os chutes dos adversários e as oportunidades da vida é um dom. Ao falar sobre a esposa, Magrão demonstra a admiração recíproca. “Em momentos difíceis, ela sempre coloca a mão na massa. Vai à luta, quando precisamos. Não tem isso de vaidade”, conta. Para o rubro-negro, ela é a estrutura necessária. “Com a profissão que escolhi, eu fico muito tempo fora. Nos momentos em que estou ausente, é fundamental a forma como ela organiza tudo e acompanha de perto o crescimento dos nossos filhos.”
No pouco tempo livre, eles mantêm os costumes de namorados. Idas ao cinema, jantar em restaurantes e viagens são rotinas compartilhadas pelo casal. “Diante de tudo que passamos, nós conseguimos vencer muitas barreiras. Magrão é minha outra metade”, fala Marylu, referindo-se, com a voz cheia de paixão, ao eterno namorado. A fé que envolve o casal é notória, assim como a gratidão do goleiro por dividir o dia a dia com a companheira. “Agradeço muito a Deus por tê-la colocado na minha vida. Amorosa, carinhosa, devo muito a situação em que vivo a ela”, pontuou.
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